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Bureta de vidro âmbar com torneira de PTFE e escala branca: aqui a versão de 5 mL, com marcas de 0,05 mL, 8 mm de diâmetro e 508 mm de altura, e o guia das 5 capacidades.
A bureta graduada âmbar com torneira de PTFE é uma bureta de titulação feita para titulantes que se decompõem com a luz, como nitrato de prata, permanganato de potássio, tiossulfato de sódio e iodo. O vidro borossilicato 3.3 recebe a cor âmbar apenas na superfície externa, o que filtra a radiação ultravioleta até cerca de 500 nm sem alterar o interior que toca a solução. A escala é gravada em tinta cerâmica branca, legível sobre o fundo escuro, e a calibração é para escoar a 20 °C.
Aqui está a menor bureta da linha, a de 5 mL: 8 mm de diâmetro, 508 mm de altura, marcas a cada 0,05 mL e limite de erro de ± 0,05 mL. Mais abaixo há um guia para escolher entre as capacidades de 5 mL a 100 mL e a tabela completa. A torneira de PTFE gira sem graxa, então nenhum lubrificante entra em contato com o titulante. A Prolab vende cada bureta por peça.
O nitrato de prata está entre os titulantes mais caros do laboratório e escurece quando fica exposto à luz. Na bureta âmbar de 5 mL, o gasto de uma microtitulação de cloretos ocupa quase toda a coluna, lida em passos de 0,05 mL, e o titulante fica protegido enquanto espera a próxima amostra. Assim se economiza solução padronizada e se evita que a fotodecomposição mude a concentração no meio da série.
A cor âmbar retém a luz ultravioleta até cerca de 500 nm, a faixa que decompõe prata, permanganato e iodo. A torneira de PTFE dispensa lubrificante: não há graxa para reagir com oxidantes nem para contaminar o titulante, e a peça não prende quando a bureta também recebe solução alcalina. O corpo de borossilicato 3.3 é autoclavável a 121 °C.
5 mL — automática âmbar, torneira de PTFE · 5 mL — automática âmbar, torneira de vidro · 5 mL — automática incolor, torneira de vidro · 5 mL — automática faixa azul, PTFE · 5 mL — graduada âmbar, torneira de vidro · 5 mL — graduada incolor, PTFE · 5 mL — graduada incolor, torneira de vidro · 5 mL — graduada faixa azul, PTFE · 5 mL — microbureta
Parta do gasto típico da sua titulação. Com prata ou iodo em pouca amostra, as buretas de 5 mL e 10 mL, com subdivisão de 0,05 mL, aproveitam cada gota do titulante. A de 25 mL, com marcas de 0,1 mL, cobre a rotina de controle de qualidade com permanganato; a de 50 mL é a escolha habitual para cloretos pelo método de Mohr; e a de 100 mL, graduada a cada 0,2 mL, serve a titulações longas ou com titulante diluído. O tamanho certo é aquele em que o gasto usa boa parte da escala sem exigir reabastecimento.
No uso, ambiente a bureta com duas porções pequenas do próprio titulante, encha pelo funil da boca, abra a torneira de uma vez para expulsar a bolha da ponta e só então acerte o zero. Como o vidro é escuro, um fundo claro atrás da bureta ajuda a enxergar o menisco. Com permanganato, leia pela borda superior; nas soluções claras, pela base. Ao terminar, esvazie a bureta e não guarde titulante nela de um dia para o outro.
Escolha esta versão quando o titulante é fotossensível e aquoso e o laboratório quer praticidade: a torneira de PTFE não pede graxa e não trava. Se o método pede a peça toda em vidro, como em meio com solvente orgânico ou titulações em ácido acético, a bureta âmbar com torneira de vidro é a indicada. Para titulantes que não sofrem com a luz, a versão incolor com PTFE deixa ver melhor bolhas e resíduos; para muitas titulações seguidas com nitrato de prata, a bureta automática âmbar evita transferir o titulante.
A coloração é aplicada na superfície externa do vidro. A parede interna continua sendo borossilicato 3.3 comum, sem pigmento em contato com o titulante e com o mesmo escoamento de uma bureta incolor.
Barra a faixa de luz que degrada nitrato de prata, permanganato e soluções de iodo, mantendo a concentração padronizada estável durante a sessão de titulações.
Na bureta de 5 mL, as marcas brancas em tinta cerâmica contrastam com o âmbar, e o limite de erro de ± 0,05 mL dá confiança a gastos de poucos mililitros.
A torneira gira sem graxa, não deixa resíduo oleoso no titulante e não cola com álcalis, o que reduz manutenção e perda de peça.
O funil integrado facilita encher o tubo estreito sem respingar prata, que mancha a pele e a bancada de preto por dias.
O borossilicato 3.3 suporta a autoclave, útil em laboratórios de microbiologia e alimentos que esterilizam a vidraria entre usos.
| Item | Especificação |
|---|---|
| Tipo | Bureta graduada |
| Capacidade | 5 mL |
| Material | Vidro borossilicato 3.3, âmbar (proteção UV até cerca de 500 nm) |
| Torneira | PTFE |
| Calibração | Para escoar (Ex) a 20 °C |
| Subdivisão | 0,05 mL |
| Limite de erro | ± 0,05 mL |
| Diâmetro | 8 mm |
| Altura | 508 mm |
| Gravação | Tinta cerâmica branca |
| Acessórios | Funil na boca para enchimento mais fácil e seguro |
| Esterilização | Autoclavável a 121 °C |
| Unidade de venda | 1 peça |
Titulação de Mohr em soro, extratos e amostras de pesquisa disponíveis em pequena quantidade, com gasto de poucos mililitros de prata.
Aferição do fator com cloreto de sódio padrão primário, consumindo pouca solução e lendo o gasto em passos finos.
Adaptações de argentometria e iodometria para microescala, em que o titulante fotossensível é preparado em pequeno volume.
Práticas de ensino com consumo mínimo de nitrato de prata, em que o aluno aprende a proteger o titulante e a ler o menisco.
Na tabela, a bureta âmbar de 5 mL é a menor da linha com torneira de PTFE: compare diâmetro, altura e passo da escala antes de decidir entre ela e a de 10 mL, que tem a mesma subdivisão.
| Capacidade | Diâmetro × altura | Subdivisão · limite de erro |
|---|---|---|
| 5 mL (este modelo) | Ø 8 × 508 mm | 0,05 mL · ± 0,05 mL |
| 10 mL | Ø 9 × 530 mm | 0,05 mL · ± 0,05 mL |
| 25 mL | Ø 12 × 600 mm | 0,1 mL · ± 0,1 mL |
| 50 mL | Ø 13 × 758 mm | 0,1 mL · ± 0,1 mL |
| 100 mL | Ø 17 × 827 mm | 0,2 mL · ± 0,2 mL |
As duas protegem o titulante da luz; a diferença está na torneira e no meio em que a titulação acontece.
Indicada para titulantes aquosos como nitrato de prata, permanganato e tiossulfato. Não usa graxa, não contamina a solução e não prende se a bureta receber álcali. Pede menos manutenção em laboratórios com vários usuários.
Deixa todo o caminho do líquido em vidro, o que muitos métodos preferem em meio ácido forte, oxidante ou com solvente orgânico. Precisa de lubrificação leve e de atenção para não secar solução na torneira.
Mesmo na bureta âmbar, evite deixar a peça cheia sob sol direto ou ao lado de janelas: o âmbar reduz a luz, mas não a elimina. Nitrato de prata mancha pele e roupa, então use luvas e encha pelo funil com calma. Ao final, esvazie, enxágue com água destilada e deixe secar de ponta para baixo, com a torneira de PTFE aberta. Não aqueça a bureta para secar, porque a calibração vale para 20 °C. Fixe sempre em suporte universal com pinça para bureta.
O nitrato de prata se decompõe com a luz e forma prata metálica, que escurece a solução e muda sua concentração. A bureta graduada âmbar da Prolab filtra a radiação ultravioleta até cerca de 500 nm e protege o titulante durante a titulação, sem alterar o interior do tubo, que continua em borossilicato 3.3 sem pigmento.
Pouco, porque a escala da bureta âmbar da Prolab é gravada em tinta cerâmica branca, que contrasta com o vidro escuro. Leia com os olhos na altura do líquido e, se necessário, coloque um fundo claro atrás da bureta. Com permanganato, que é muito escuro, faça as duas leituras pela borda superior do menisco.
A bureta graduada âmbar de 5 mL da Prolab tem subdivisão de 0,05 mL e limite de erro de ± 0,05 mL, com calibração para escoar a 20 °C. Ela mede 8 mm de diâmetro por 508 mm de altura e é indicada para gastos de poucos mililitros de titulante fotossensível.
A Prolab oferece a bureta graduada âmbar com torneira de PTFE em 5, 10, 25, 50 e 100 mL. As de 5 mL e 10 mL têm subdivisão de 0,05 mL, as de 25 mL e 50 mL leem em 0,1 mL e a de 100 mL em 0,2 mL. Todas têm funil na boca e escala branca.
Sim. O PTFE é quimicamente inerte e não é atacado por permanganato, nitrato de prata ou tiossulfato nas condições de titulação. Como a torneira da bureta âmbar da Prolab dispensa graxa, também não há lubrificante que possa reagir com o oxidante ou deixar resíduo oleoso no titulante.
Pode. Empresas, universidades e laboratórios compram a bureta âmbar na loja da Prolab como qualquer cliente, com emissão de nota fiscal no CNPJ. Quando o setor de compras exige uma proposta formal em PDF antes de aprovar, o Orçamento Express da Prolab gera o documento com os dados da instituição.
Há mais de 40 anos equipando laboratórios, a Prolab vende a bureta graduada âmbar com torneira de PTFE em 5 capacidades, por peça. Compre agora ou fale com um especialista para escolher o tamanho.
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