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A bureta âmbar de 50 mL com torneira de PTFE lê em 0,1 mL, com limite de ± 0,1 mL e 758 mm de altura: o tamanho padrão para cloretos com nitrato de prata.
A bureta graduada âmbar de 50 mL com torneira de PTFE é a bureta clássica da argentometria: dosa nitrato de prata na determinação de cloretos pelo método de Mohr, em água, salmoura, queijos, embutidos e efluentes. Com 13 mm de diâmetro e 758 mm de altura, tem escala branca a cada 0,1 mL, limite de erro de ± 0,1 mL e calibração para escoar a 20 °C. O âmbar externo filtra a luz ultravioleta até cerca de 500 nm, faixa que escurece a solução de prata.
Com 50 mL, cabe uma sequência de amostras de salinidade variável sem trocar de bureta, e o mesmo procedimento serve para água, alimentos e efluentes. A torneira de PTFE não usa graxa e não fica emperrada, o que conta numa peça usada todos os dias por vários analistas, às vezes com soluções alcalinas no mesmo turno. A Prolab vende a bureta avulsa, para reposição ou para montar uma nova bancada.
Na titulação de Mohr, o nitrato de prata forma cloreto de prata com a amostra e, no final, cromato de prata avermelhado, que sinaliza a viragem. Se o titulante se decompõe com a luz enquanto espera na bureta, a concentração cai e o teor de cloretos sai superestimado. A bureta âmbar de 50 mL protege a prata durante a série inteira e acomoda gastos altos de amostras salgadas.
Salmouras, águas de poço e produtos curados podem consumir dezenas de mililitros de nitrato de prata. A escala de 50 mL absorve essas amostras sem reabastecer, e a subdivisão de 0,1 mL mantém a leitura confiável. A torneira de PTFE, inerte à prata, gira sem lubrificante e dosa gota a gota perto da viragem.
50 mL — automática âmbar, torneira de PTFE · 50 mL — automática âmbar, torneira de vidro · 50 mL — automática incolor, torneira de vidro · 50 mL — automática faixa azul, PTFE · 50 mL — graduada âmbar, torneira de vidro · 50 mL — graduada incolor, PTFE · 50 mL — graduada incolor, torneira de vidro · 50 mL — graduada faixa azul, PTFE
Os 50 mL são a referência nos métodos de cloretos, o que facilita seguir procedimentos prontos sem adaptar volumes de amostra ou de titulante.
A torneira não reage com nitrato de prata, não recebe graxa e não emperra quando outros analistas usam a mesma bureta com soluções alcalinas.
Gravada em tinta cerâmica, a escala continua legível após muitas lavagens e contrasta com o âmbar mesmo quando o tubo está cheio de solução clara.
O pigmento está na face externa; o nitrato de prata só entra em contato com borossilicato 3.3, como numa bureta incolor comum.
A boca em funil reduz respingos de prata ao encher o tubo alto, poupando mãos, jaleco e a bancada de manchas escuras.
Reponha só a bureta de 50 mL que quebrou ou monte várias posições de titulação, sem comprar conjuntos que o laboratório não vai usar.
| Item | Especificação |
|---|---|
| Tipo | Bureta graduada |
| Capacidade | 50 mL |
| Material | Vidro borossilicato 3.3, âmbar (proteção UV até cerca de 500 nm) |
| Torneira | PTFE |
| Calibração | Para escoar (Ex) a 20 °C |
| Subdivisão | 0,1 mL |
| Limite de erro | ± 0,1 mL |
| Diâmetro | 13 mm |
| Altura | 758 mm |
| Gravação | Tinta cerâmica branca |
| Acessórios | Funil na boca para enchimento mais fácil e seguro |
| Esterilização | Autoclavável a 121 °C |
| Unidade de venda | 1 peça |
Água potável, de poço, de caldeira e de torres de resfriamento, pelo método de Mohr com cromato como indicador.
Teor de cloreto de sódio em queijos, manteiga, embutidos, conservas e salmouras de azeitona ou picles.
Monitoramento ambiental de cloretos em efluentes industriais e extratos de solo com gasto variável.
Precipitação com excesso conhecido de nitrato de prata e titulação do excesso com tiocianato, útil em meio ácido.
Entre as 5 buretas âmbar com PTFE, a de 50 mL é a de maior uso; a tabela mostra que ela mantém a subdivisão de 0,1 mL da de 25 mL com o dobro do volume.
| Capacidade | Diâmetro × altura | Subdivisão · limite de erro |
|---|---|---|
| 5 mL | Ø 8 × 508 mm | 0,05 mL · ± 0,05 mL |
| 10 mL | Ø 9 × 530 mm | 0,05 mL · ± 0,05 mL |
| 25 mL | Ø 12 × 600 mm | 0,1 mL · ± 0,1 mL |
| 50 mL (este modelo) | Ø 13 × 758 mm | 0,1 mL · ± 0,1 mL |
| 100 mL | Ø 17 × 827 mm | 0,2 mL · ± 0,2 mL |
Para muitas determinações de cloretos por dia, a bureta automática entra na conta.
Enchida pelo funil, ocupa só o suporte universal e atende laboratórios com algumas séries por dia ou com titulantes que mudam. É mais simples de limpar, de guardar e de trocar.
Tem frasco de 1000 mL acoplado, enche e zera sozinha e mantém a prata guardada sem passar por Becker aberto. Compensa quando o mesmo titulante é usado o dia inteiro; é mais alta e ocupa mais espaço.
Use luvas: a prata mancha a pele de preto por dias. Encha a bureta pelo funil com o titulante recém-homogeneizado e não devolva sobras ao frasco-estoque. Com cromato como indicador, trabalhe gota a gota perto da viragem, agitando o Erlenmeyer com a outra mão. Ao fim da série, esvazie e enxágue com água destilada, nunca com água de torneira, que contém cloreto e turva o tubo. Seque de ponta para baixo e não aqueça: a calibração vale para 20 °C.
Para cloretos por nitrato de prata, a bureta graduada âmbar de 50 mL da Prolab é a escolha mais comum: protege a prata da luz, lê em 0,1 mL e tem capacidade para amostras salgadas. Para gastos muito pequenos, as versões âmbar de 5 mL e 10 mL leem em 0,05 mL.
A luz reduz os íons de prata a prata metálica, que forma partículas escuras e diminui a concentração do titulante. Numa bureta incolor isso acontece em poucas horas de bancada iluminada. A bureta âmbar da Prolab filtra o ultravioleta até cerca de 500 nm e retarda esse processo.
A bureta graduada âmbar de 50 mL da Prolab tem 13 mm de diâmetro e 758 mm de altura, subdivisão de 0,1 mL e limite de erro de ± 0,1 mL, com calibração para escoar a 20 °C. A torneira é de PTFE e a boca tem funil de enchimento.
Pode. A torneira de PTFE da bureta âmbar da Prolab não trava com hidróxido de sódio, problema comum em torneiras de vidro. Só evite deixar álcali parado no tubo por longos períodos, porque soluções alcalinas atacam lentamente o vidro e podem afetar a escala.
Esvazie a bureta âmbar da Prolab e enxágue várias vezes com água destilada; água de torneira forma cloreto de prata e deixa o tubo turvo. Se houver manchas escuras, uma lavagem com ácido nítrico diluído seguida de água destilada costuma removê-las. Seque de ponta para baixo.
Na loja da Prolab é possível colocar quantas buretas âmbar de 50 mL forem necessárias no carrinho e pagar com CNPJ, recebendo nota fiscal. Se o setor de compras pede orçamento formal em PDF para aprovar a despesa, o Orçamento Express da Prolab gera o documento com os itens e os dados da instituição.
Há mais de 40 anos equipando laboratórios, a Prolab oferece a bureta graduada âmbar de 50 mL com torneira de PTFE, vendida por peça. Compre agora ou fale com um especialista.
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