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A bureta tradicional, com corpo e torneira de vidro e escala marrom, para titulações em solvente; nesta página, o modelo de 5 mL e o guia das 5 capacidades da linha.
A bureta graduada com torneira de vidro é uma bureta em que tudo o que toca o titulante é vidro: funil, tubo, torneira e ponta, sem nenhuma peça plástica no caminho do líquido. É o modelo tradicional da química analítica e a opção natural para titulações não aquosas e titulantes em solventes orgânicos, que podem atacar ou inchar plásticos. O tubo é de borossilicato 3.3, a calibração é para escoar a 20 °C e a escala é gravada em tinta cerâmica marrom.
Esta página reúne o modelo de 5 mL — 8 mm de diâmetro, 508 mm de altura, marcas a cada 0,05 mL e limite de erro de ± 0,05 mL — e o guia para escolher entre as 5 capacidades da linha, de 5 mL a 100 mL, todas vendidas por peça pela Prolab.
Titulantes não aquosos, como o ácido perclórico em ácido acético glacial usado para dosar bases fracas em farmácia, são caros e de preparo trabalhoso. Gastar pouco deles exige uma bureta pequena: na de 5 mL, cada marca vale 0,05 mL e o volume gasto se distribui por uma coluna longa, o que permite trabalhar com menos amostra e menos titulante por análise.
Solventes como ácido acético glacial, dioxano, tolueno e misturas alcoólicas podem inchar ou atacar alguns plásticos com o tempo. Na bureta com torneira de vidro, o titulante só encontra vidro do funil até a ponta. Basta lubrificação leve na torneira, com graxa compatível com o solvente, e a peça é autoclavável a 121 °C.
5 mL — automática âmbar, torneira de PTFE · 5 mL — automática âmbar, torneira de vidro · 5 mL — automática incolor, torneira de vidro · 5 mL — automática faixa azul, PTFE · 5 mL — graduada âmbar, PTFE · 5 mL — graduada âmbar, torneira de vidro · 5 mL — graduada incolor, PTFE · 5 mL — graduada faixa azul, PTFE · 5 mL — microbureta
Comece pelo gasto típico do método. Se a titulação consome poucos mililitros, fique com as buretas de 5 mL ou 10 mL, que marcam cada 0,05 mL e economizam titulante não aquoso, em geral caro. A de 25 mL, com escala de 0,1 mL, atende a rotina de índices em óleos e de doseamento de matérias-primas; a de 50 mL é o formato que os métodos clássicos e as aulas de análise volumétrica pressupõem; e a de 100 mL, com escala de 0,2 mL, fica para gastos grandes ou titulante diluído em solvente.
A torneira de vidro pede um cuidado que a de PTFE dispensa: uma película fina de graxa no macho, só nas faixas laterais, sem cobrir o furo por onde o líquido passa. Antes de encher, ambiente a bureta com o titulante, retire a bolha da ponta e acerte o zero com o menisco na altura dos olhos. Terminado o trabalho, esvazie e lave logo, sobretudo depois de soluções alcalinas, que podem soldar o macho ao corpo se secarem na junta; para guardar, deixe uma tira de papel entre o macho e o corpo.
Esta versão é a certa quando o titulante está em solvente orgânico ou quando o laboratório quer a peça inteira em vidro, como nas aulas que ensinam a desmontar e lubrificar a torneira. Para rotina aquosa com NaOH, a bureta com torneira de PTFE dá menos manutenção; para titulantes que se decompõem com a luz, existe a versão âmbar com torneira de vidro; e para séries longas com o mesmo titulante, a bureta automática com frasco acoplado.
Do funil à ponta, o titulante não toca plástico. Isso pesa em titulações não aquosas, em que alguns solventes incham ou atacam polímeros com o uso.
No modelo de 5 mL, a subdivisão de 0,05 mL e o limite de erro de ± 0,05 mL permitem medir gastos pequenos de titulantes de alto custo.
O macho de vidro sai do corpo para limpeza e recebe uma camada leve de graxa, técnica clássica que continua sendo ensinada em química analítica.
Vidro de baixa dilatação e boa resistência química a ácidos e a solventes orgânicos, com calibração para escoar a 20 °C.
Traços nítidos sobre titulantes incolores, gravados para resistir à limpeza com solventes e detergentes de laboratório.
Cinco capacidades, de 5 mL a 100 mL, vendidas avulsas: dá para manter uma bureta dedicada a cada titulante não aquoso da bancada.
| Item | Especificação |
|---|---|
| Tipo | Bureta graduada |
| Capacidade | 5 mL |
| Material | Vidro borossilicato 3.3 |
| Torneira | Vidro |
| Calibração | Para escoar (Ex) a 20 °C |
| Subdivisão | 0,05 mL |
| Limite de erro | ± 0,05 mL |
| Diâmetro | 8 mm |
| Altura | 508 mm |
| Gravação | Tinta cerâmica marrom |
| Acessórios | Funil na boca para enchimento mais fácil e seguro |
| Esterilização | Autoclavável a 121 °C |
| Unidade de venda | 1 peça |
Doseamento de fármacos com ácido perclórico em ácido acético glacial, com pouca amostra e titulante de preparo caro.
Óleos essenciais e amostras raras titulados com hidróxido de potássio alcoólico, com gasto de poucos mililitros e lavagem logo em seguida.
Titulações em meio alcoólico ou em misturas de solventes, quando se prefere não ter qualquer componente plástico no instrumento.
Aulas de análise volumétrica com menos reagente por bancada, mantendo a técnica tradicional de torneira de vidro lubrificada.
A tabela lista as 5 capacidades com torneira de vidro, com diâmetro, altura, subdivisão e limite de erro de cada uma; confira se a altura cabe na capela onde ficam as titulações com solvente.
| Capacidade | Diâmetro × altura | Subdivisão · limite de erro |
|---|---|---|
| 5 mL (este modelo) | Ø 8 × 508 mm | 0,05 mL · ± 0,05 mL |
| 10 mL | Ø 9 × 530 mm | 0,05 mL · ± 0,05 mL |
| 25 mL | Ø 12 × 600 mm | 0,1 mL · ± 0,1 mL |
| 50 mL | Ø 13 × 758 mm | 0,1 mL · ± 0,1 mL |
| 100 mL | Ø 17 × 827 mm | 0,2 mL · ± 0,2 mL |
A torneira é o que separa esta bureta da versão com PTFE; o titulante que você usa indica qual escolher.
Indicada para titulações não aquosas e titulantes em solvente, e para quem quer a peça toda em vidro. Pede lubrificação leve e lavagem imediata depois de soluções alcalinas.
Dispensa graxa e não prende com NaOH, por isso rende na rotina aquosa de acidez e alcalinidade, com vários operadores e pouca manutenção.
Aplique graxa em camada fina, só nas faixas laterais do macho, e gire até a junta ficar transparente, sem estrias. Excesso de graxa entope o furo e a ponta. Não deixe soluções alcalinas, inclusive hidróxido de potássio alcoólico, paradas na bureta: esvazie e lave logo após a análise. Para guardar, retire o macho ou coloque uma tira de papel entre ele e o corpo, evitando que a junta cole. A calibração é a 20 °C, então não seque a bureta em estufa quente.
Porque na bureta com torneira de vidro da Prolab o titulante só encontra vidro no caminho. Em titulações não aquosas, com ácido acético glacial, dioxano ou misturas alcoólicas, isso afasta qualquer dúvida de compatibilidade com plásticos. Também é o modelo usado para ensinar a técnica clássica de montar e lubrificar a torneira.
Limpe e seque o macho da bureta Prolab, passe uma camada fina de graxa apenas nas laterais, longe do furo, recoloque e gire até a junta ficar uniforme e transparente. Se aparecerem estrias ou a torneira vazar, repita. Excesso de graxa pode entupir a ponta e contaminar o titulante.
Pode, desde que a bureta Prolab seja esvaziada e lavada logo depois. Soluções alcalinas atacam o vidro e, se secarem entre o macho e o corpo, podem prender a torneira. Para rotinas longas com hidróxido de sódio, a bureta com torneira de PTFE da Prolab exige menos cuidado.
A Prolab tem a bureta graduada com torneira de vidro em 5 capacidades: 5, 10, 25, 50 e 100 mL. As de 5 mL e 10 mL marcam 0,05 mL, as de 25 mL e 50 mL marcam 0,1 mL e a de 100 mL marca 0,2 mL. Todas são vendidas por peça.
Vai. A bureta graduada com torneira de vidro da Prolab é autoclavável a 121 °C. Antes, retire o excesso de graxa e deixe o macho solto no corpo para não travar. Depois, espere esfriar naturalmente e relubrifique; nunca use a bureta quente, porque a calibração é feita a 20 °C.
Com o CNPJ da empresa ou instituição, a compra é feita normalmente na loja da Prolab, com nota fiscal. Quando o processo interno pede cotação formal, com validade e dados completos, o Orçamento Express da Prolab emite o PDF na hora, pronto para aprovação ou licitação.
Há mais de 40 anos equipando laboratórios, a Prolab vende por peça as 5 capacidades de bureta graduada com torneira de vidro. Escolha a sua ou peça ajuda a um especialista.
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