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O que é um espectrofotômetro ?


Antes de comprar e pesquisar preços , vamos abordar um pouco mais sobre este aparelho muito utilizado nos laboratórios. 

O equipamento em questão, foi inventado pelo americano Arnold O. Beckman no início da década de 1940.
Rapidamente, a comunidade científica percebeu seu potencial para aumentar a velocidade da análise química, bem como seu grau de precisão e confiabilidade.

Ele consiste num aparelho que mede a interação entre uma determinada amostra e a luz à qual ela é exposta, a fim de se obter a medida e a comparação entre os efeitos produzidos – absorção, transmissão e reflexão das ondas de luz. Configurando o interesse na observação do comprimento destas ondas.

Assim sendo, o espectrofotômetro é amplamente utilizado em diversos campos do conhecimento. Ele se encontra presente em laboratórios de química, bioquímica, farmácia, física, engenharia, produtos químicos, entre tantos outros.

Em seguida, observaremos as principais informações referentes a essa importante ferramenta, suas aplicações e modelos existentes.

Principais componentes do espectrofotômetro


Brevemente, é necessário abordar os principais componentes do espectrofotômetro, a fim de elucidar seu modo de funcionamento. São eles:

-Fontes de radiação: as geralmente utilizadas são emitidas no visível, no infravermelho ou no ultravioleta. As mais comuns são as lâmpadas de filamento de tungstênio, de descarga de deutério e de vapor de mercúrio. Cada uma delas produz um tipo específico de radiação que se adequa a diferentes temperaturas, faixas e amostras;

-Detectores: tem como principal função a conversão da luz em impulso elétrico de modo a ser possível a mensura ou medição. Eles podem ser constituídos por dispositivos elétricos ou serem constituídos por silício.

-Monocromador: através da reflexão, divide a luz recebida em feixes monocromáticos. Feixes estes que viajam em diferentes direções. Sendo assim, decompõem o branco policromático, permitindo a distinção dos feixes;

-Indicador de sinal: os dados obtidos são traduzidos em um gráfico denominado espectro. Ele é produzido através de software que deve ser instalado em computador conectado ao espectrofotômetro.

-Porta-amostras: diz respeito aos compartimentos que contém as amostras que serão analisadas. No caso de amostras líquidas, o porta-amostras é a cubeta.

Desse modo, podemos compreender o desenho de seu funcionamento. No estágio inicial, a luz emitida pela fonte de radiação é fracionada e refratada pelo monocromador. Em seguida essa luz, através de uma faixa de onda selecionada, chega à matéria da amostra.

Então, uma parte da luz é absorvida pelo material e outra é transmitida. A parte da luz que é transmitida é convertida em sinal elétrico pelo detector e enviada pelo indicador de sinal ao software do computador. O espectro que é então gerado é resultado da interação entre a absorção da luz e o comprimento de sua onda.


PARA QUE SERVE O ESPECTROFOTÔMETRO ?


Como já mencionamos, as aplicações do espectrofotômetro são variadas. A análise propiciada pelo equipamento é quantitativa. Ou seja, ela fornece informações quantitativas sobre diferentes elementos, fornecendo dados de composição, pureza e amálgama.

Para a elaboração de diagnósticos médicos, por exemplo, ela quantifica e dosa enzimas sanguíneas e fosfatagem alcalina. Desse modo, torna conhecidos diferentes componentes sanguíneos. Podendo, finalmente, determinar anomalias, presenças intrusas, sobrecargas ou escassez de alguns elementos etc.

Portanto, sua utilização para a medicina é destacada e atualmente é a principal ferramenta para as observações mencionadas no parágrafo anterior. O que não reduz sua possibilidade de ação.

No campo da vizinha bioquímica, é com o espectrofotômetro que se determina o modo e intensidade de reações catalisadas por enzimas. Fazendo com que ele seja extremamente útil para aferir os tipos de reações enzimáticas decorrentes de interação com elementos diversos.

Desse modo, esse instrumento pode ser aplicado diretamente ao campo da farmácia. Um vez que contribui para a compreensão de como determinadas drogas medicinais agem e que efeitos podem causar no organismo, a nível celular.

Ainda nessa esfera, mas diminuindo ainda mais o volume da amostra, ele é aplicado também para o trabalho com DNA, possibilitando sua extração, quantificação e determinação de pureza.

Tais aplicações nos permitem ver a íntima relação entre a medicina – especialmente a medicina diagnóstica – e o espectrofotômetro. Portanto, é um dispositivo facilmente encontrado em laboratórios, clínicas e hospitais.

MODELOS DISPONÍVEIS NO MERCADO


Há dois modelos disponíveis no mercado: o modelo UV Visível e o Modelo UV. A diferença entre os dois consiste no fato de que a emissão de luz se altera. Ou seja, certamente, a luz visível e a luz ultravioleta são emitidas no modelo UV Visível.
Enquanto o modelo UV gera apenas luz ultravioleta.

Vale ainda a menção aos dois tipos de espectrofotômetros. O criado em 1940 era o de feixe simples. Como o próprio nome sugere, durante o processo de refração, toda a luz emitida pela fonte geradora atravessa a amostra.

O procedimento para análise é bastante simples nesse caso, pois ao pesquisador cabe apenas a colocação da amostra no local indicado no momento adequado para as devidas leituras do aparelho.

Por outro lado, o espectrofotômetro de feixe duplo possui um mecanismo que divide o feixe de luz em dois. Desse modo, um feixe atravessa a amostra (para a leitura e coleta de dados) e o outro é utilizado apenas para referência.

Importante frisar que o feixe é divido depois de passar pelo monocromador. Portanto, ambos os feixes tem a mesma característica: o de referência e o que atravessa a amostra.