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Ponteiras Para Micropipetas


As ponteiras para micropipetas são itens essenciais a diversas atividades laboratoriais. Elas trabalham juntamente com as pipetas e se apresentam em diferentes modelos e tamanhos, a fim de se adequarem às suas variadas funções.
Realmente, elas conjugam esforços como complementos dos equipamentos de laboratórios. Tendo seu espaço já consolidado, por ter se convertido em presença obrigatória nesses espaços de pesquisas.
 
 
Por conseguinte, para a rotina de trabalho em laboratórios e centros de pesquisa, é necessária a presença de ponteiras para micropipetas com material de qualidade, e fabricadas segundo padrões rígidos. O que significa excelente contribuição para o bom desempenho das manipulações e obtenção de resultados.
 

Critérios Para Seleção das Ponteiras Para Micropipetas.


Antes de mais nada, é preciso esclarecer o que acima pontuamos acerca de adequação, conformidade e funcionalidade. A adequação diz respeito ao modelo e tamanho das ponteiras, em relação à sua utilização. Ou seja, para diferentes aplicações no trabalho, diferentes modelos e tamanhos.
 
Por sua vez, a conformidade consiste na qualidade da matéria-prima utilizada e no tratamento no que se diz respeito a esterilização, se são livres de Rnase, Dnase e pirogênios,  e também no que se refere a embalagem do produto no processo de fabricação.
 
Pelas especificidades do contexto em que são usadas já se pode demarcar a importância de adquirir peças, cuja origem seja reconhecidamente de qualidade.
 
Já, na rotina do pesquisador, o critério da funcionalidade exige que as ponteiras exerçam papel preponderante para o desempenho de sua atividade.
 
Ou seja, elas são avaliadas pela função que exercem e sua prioridade consiste no fato de que outra ferramenta não poderia, acertadamente, efetuar o mesmo papel.
 
É possível comprar as mais adequadas ponteiras para micropipetas disponíveis no mercado, com base nesses critérios. E a um preço justo que demonstre, exatamente, o valor que elas representam.
 

Para que São Utilizadas as Ponteiras para Micropipetas? 


Antes de prosseguirmos com nossa abordagem, não poderíamos deixar de mencionar para que servem as ponteiras para micropipetas. Uma vez que já se pode antever que o produto adquirido se deve adequar bem à função que desempenhará.
 
Como já afirmamos, a ponteira trabalha em conjunto com a micropipeta. Na verdade, elas integram um sistema único de trabalho. Dentro desse sistema, a função da micropipeta é a de medir e transferir materiais líquidos de um recipiente a outro com precisão e sem perdas.
 
A exatidão na medida define a confiabilidade do resultado que será alcançado na experimentação ou exame. E, insistindo na questão da confiabilidade, a ponteira tem a importante função de prevenir contaminações ou perdas de amostras.
 
O que significa dizer que a qualidade da ponteira utilizada – de acordo com os critérios anteriormente já explorados – não pode ser menosprezada. Ainda que sob argumento de contenção de custos etc.
 
Dela depende a precisão dos resultados e a confiabilidade de todo o processo do experimento. Somente a falta de informação poderia justificar a desatenção em relação à ponteira durante a realização do exame.
 
Há normas internacionais rígidas (ISO 8655) que já exemplificam a não superficialidade do tema.
 
Em verdade, determinam desde os materiais que podem ser utilizados para fabricação, passando pelo processo de industrialização, até os procedimentos a serem adotados durante os experimentos.
 
Mas, por uma questão didática, vamos deixar para abordar esses elementos referentes ao modelo e tamanho para o final. Por ora, é importante explorar os tipos de laboratórios aos quais a ponteira é útil.
 

Tipos de Laboratórios que Utilizam as Ponteiras Para Micropipetas.


Tomando por base o que enunciamos até aqui, você deve ter notado a abrangência das ponteiras de micropipetas às atividades de laboratório. Atividades estas, para as quais se exige alto grau de precisão e confiabilidade.
 
Os laboratórios com tais exigências são os seguintes:
 
-Laboratórios de exames clínicos: utilizada para medição, contenção e transporte de líquidos orgânicos, como sangue, soros e urina;
-Da indústria química: para medição, separação e transporte de líquidos reagentes ou não reagentes, para a elaboração de fórmulas e para controle das reações pretendidas;
-De pesquisa farmacêutica: onde a precisão necessita estar em nível máximo para a exatidão de fórmulas e seu desempenho no organismo humano;
-De pesquisa universitária: para manipulação de elementos reagentes e obtenção de respostas desejadas, a exatidão também se mostra fundamental; e
-Demais laboratórios industriais (cosmética, alimentícia, de tintas etc.): que exercem atividades de pesquisa de fórmulas, no intuito de elaborarem produtos aptos à utilização humana – não tóxicos, sem agressões químicas, entre outros fatores.
 
Portanto, o público-alvo, ou mercado consumidor, desses centros de pesquisa exigem rigor nas informações trazidas. Ou seja, demandam que os dados fornecidos sejam precisos e que não haja a possibilidade de que foram comprometidos por contaminação ou erro de medida.
 
Disso depende a segurança no consumo de certos materiais, bem como o acerto do diagnóstico médico. Ainda, a confiabilidade de pesquisas científicas que propiciam inovações tecnológicas ou mudanças de hábitos.
 
Por exemplo, um pesquisador afirma que a presença de certo elemento, em quantidade considerada elevada no organismo, prejudica as funções hepáticas. A divulgação e internalização da informação pela população produzirá uma mudança de hábito em massa.
 
A assertividade da pesquisa, intimamente ligada às ponteiras para micropipetas utilizadas, é o que legitima o movimento de costume como um passo para a melhoria da saúde pública.
 

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE BOAS PONTEIRAS PARA MICROPIPETAS


Tomando por base os critérios acima elencados, abordaremos neste tópico o que entendemos ser as principais características que devem ser observadas. Obviamente essas características estão contidas no já mencionado ISO 8655 que estabelece internacionalmente os padrões exigidos.
 
Quanto ao material da ponteira, é vital que seja transparente para observação do líquido contido e precisão da medida. Bem como, para o controle da transferência, sucção e colocação do líquido em recipiente diverso.
 
Aceita-se a fabricação em vidro ou plástico, desde que de qualidade constatada, porem hoje em dia é muito difícil encontrar ponteiras em vidro, as mesmas já não são mais utilizadas com frequência.
 
Em outras palavras, o material precisa responder bem às possíveis mudanças de temperatura e reação dos líquidos contidos, sem interferir em sua qualidade, apresentação e química.
 
Atente-se ainda em comprar peças de fabricantes reconhecidamente bem-sucedidos no manejo e industrialização da matéria-prima. Assim, terá em mãos um instrumento adequado e de confiança para os experimentos.
 
Vale ainda enfatizar que a obtenção de uma ponteira adequada não é o bastante. É necessário o uso adequado da ferramenta, tomando os devidos cuidados de montagem e utilização.
 
Ainda, efetuando sempre que preciso, a calibragem da ponteira e da micropipeta.
Atitudes que visam a manutenção do equipamento são de importância que não pode ser medida. Uma vez que ela é responsável pela mantença da segurança para o pesquisador e para os resultados.
 
No que se refere às ponteiras, ela é a garantia permanente da confiabilidade.
Quanto a este ponto, se denota também a relevância da verificação quanto à adequação da micropipeta aos diferentes modelos de ponteiras, como expomos no seguinte e último tópico deste texto.
 

Sobre Os Modelos e Tamanhos Das Ponteiras Para Micropipetas.


Apresentamos em seguida, os modelos de ponteiras existentes:
 
-Ponteiras sem filtro;
-Com filtro;
-Em pacote;
-Em racks estéreis;
-De baixa retenção;
-Alongadas;
-Para macro volumes;
-Com orifício largo; e Gel-well.
 
Elas se dividem quanto às opções de embalagem para armazenamento, espeficidades de formato e utilização ou tamanho.
 
Certamente, há diferença de preço entre um modelo e outro. No intento de buscar economicidade, os profissionais podem se ver tentados em comprar peças que comprometerão negativamente os exames.
 
Ressaltamos que, no momento da seleção não há que se falar em adaptação, mas em adequação. Qual modelo atenderá aos requisitos que devem ser preenchidos durante a realização do exame ou pesquisa? Nunca se deve esquecer que preço e valor não são sinônimos diretos. E que a busca por economia pode gerar gastos maiores no futuro.
 
É inadmissível que um profissional consciente da importância de seu trabalho se veja emperrado diante de uma amostra potencialmente contaminada, ou cuja medida não pode ser pronunciada.
 
Para que tal situação não ocorra, se deve tomar o cuidado na escolha do modelo e do tamanho das ponteiras. Este último elemento é medido pela capacidade de armazenamento nas ponteiras, como se pode observar na relação abaixo: (os volumes podem variar de acordo com a marca e modelo do produto)
 
-De 0,1 a 10ul (microlitros);
-Entre 1 e 10ul;
-De 1 a 200ul;
-Entre 1 e 300ul;
-De 100 a 1000ul (1.000.microlitros = 1 mililitro); e
-Entre 1000 e 5000ul.
-De 5000 e 10000ul
 
Tranquilamente, o tamanho utilizado das ponteiras para micropipetas é definido pela quantidade de material que se deseja medir e transportar. Esta função é o que determinará, por fim, o último critério antes da compra.
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